SPELLINGS ©

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"O tempo vai passando e você vai perdendo pessoas e ganhando memórias."

Thiago Polycarpo.    (via thiagopolycarpo)

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"Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida. Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades. Sinto saudades de amigos que nunca mais vi, de pessoas com quem não mais falei ou cruzei. Sinto saudades da minha infância, do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro, do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser. Sinto saudades do presente, que não aproveitei de todo, lembrando do passado e apostando no futuro. Sinto saudades do futuro, que se idealizado, provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser. Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei! De quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer. Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito! Daqueles que não tiveram como me dizer adeus; de gente que passou na calçada contrária da minha vida e que só enxerguei de vislumbre. Sinto saudades de coisas que tive e de outras que não tive mas quis muito ter. Sinto saudades de coisas que nem sei se existiram. Sinto saudades de coisas sérias, de coisas hilariantes, de casos, de experiências. Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer. Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar. Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar. Sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar, sem curtir na totalidade. Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que… não sei onde… para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi… vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades em japonês, em russo, em italiano, em inglês… mas que minha saudade, por eu ter nascido no Brasil, só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota. Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria, espontaneamente quando estamos desesperados… para contar dinheiro… fazer amor… declarar sentimentos fortes… seja lá em que lugar do mundo estejamos. Eu acredito que um simples “I miss you” ou seja lá como possamos traduzir saudade em outra língua, nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha. Talvez não exprima corretamente a imensa falta que sentimos de coisas ou pessoas queridas. E é por isso que eu tenho mais saudades. Porque encontrei uma palavra para usar todas as vezes em que sinto este aperto no peito, meio nostálgico, meio gostoso, mas que funciona melhor do que um sinal vital quando se quer falar de vida e de sentimentos. Ela é a prova inequívoca de que somos sensíveis. De que amamos muito o que tivemos e lamentamos as coisas boas que perdemos ao longo da nossa existência."

Clarice Lispector (via delator)

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"A vida humana é feita de escolhas. Sim ou não. Entrar ou sair. Subir ou descer. Mas também há as escolhas que fazem a diferença. Amar ou odiar. Ser um herói ou um covarde. Lutar ou desistir. Viver… ou morrer."

Grey’s Anatomy.  (via delator)

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"Blefes da madrugada"-inspirado no livro "O morro dos ventos uivantes"

Papel em branco,pensamentos flutuando

Caneta na mão,igual ao meu coração

Escrivaninha vazia faz companhia a dor que me alucina.

Procuro as palavras certas nos pensamentos errados

E as palavras erradas nos pensamentos certos.

Nada sai.

O fato de até a inspiração ter me abandonado

não me soa estranho

O vento gélido da noite me tira do meu devaneio e me convida

a ir até a janela,percebo e faço uma metáfora sobre o que vejo:

a grandiosidade do mundo é tão grande como meu peito

ao se encher para eternamente te dizer:eu amo você.

                                                                   Gabriela Paiva


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Fragmento de uma madrugada

    Era uma madrugada gélida,o papel branco feito neve contrastava com meus pensamentos obscuros (esses se juntavam a escuridão quase total presente no meu quarto)a caneta e meus fúteis pensamentos pareciam serem minha única companhia em uma madrugada de outubro.Procurava as palavras certas nos pensamentos errados,e as palavras erradas nos pensamentos certos.As palavras pareciam o elemento co2 que se grudam na hemoglobina e matam lentamente a pessoa.Essas por sua vez foram expulsas,não pelo método convencional que eu esperava:escrever e sim pelo líquido que meu cérebro logo se encarregou de identificar:lágrimas;essas desciam pelo meu rosto materializando o que o coração nem a mente já não davam conta.”Para que inimigos,quando se tem uma mente repleta de lembranças.”

Gabriela Paiva


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Fruto da aula tediosa de física.

Meu maior medo é não sentir medo.

Minha maior vitória é meu sossego.

Minha maior decepção:receber um não.

Meu maior desejo:vê a desigualdade

descer pelo bueiro.

Minha maior revolta:o povo assistir

calado tudo o que ocorre a nossa volta.

Meu maior devaneio:acreditar que um dia

a corrupção vai ter freio.

Minha maior alegria:saber que amanhã

é um novo dia.

Minha maior infelicidade:presenciar

constantemente a morte da bondade.

                                                             Gabriela Paiva


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